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Papo Cloud 014 – Monitoramento MEIA-BOCA

Vinícius Perrott 13 de abril de 2019 391 100 2


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Monitoramento MEIA-BOCA

Bem-vindo ao Papo Cloud podcast. Eu sou Vinicius Perrott e aqui, o Papo é Cloud!

Em muitos lugares que já visitei, tive a oportunidade de conhecer os sistemas de monitoramento que os times de TI utilizavam.

Indicadores, gráficos, mapas, relatórios, tudo estava bem ali na nossa frente.

Sempre em grandes telas e em um lugar de destaque na sala de monitoramento, normalmente duas ou mais telas para poder acompanhar tudo que tem dentro do datacenter.

Acho que o maior centro de monitoramento que eu tive a oportunidade de conhecer possuía umas 20 telas daquelas bem grande que impressionava todo mundo que passava na frente.

Fico sempre com uma pergunta na cabeça: com tanto software bom de monitoramento gratuito, por quer que tenha empresas que não implantam monitoramento do seu datacenter?

A resposta poderia ser:

  • Falta de tempo da equipe;
  • Desconhecimento do software;
  • Ou porque não quer e ponto final;

Na verdade o porquê que essas empresas não implantam monitoramento do datacenter eu não sei a resposta.

Mas, se você não monitora seu datacenter é melhor repensar seus conceitos e se quiser alguma ajuda ou trocar uma ideia de como seria esse monitoramento não deixe de manda seu comentário para contato@papo.cloud.

Ficarei contente de poder ajudar a colaborar no desenvolvimento de um plano de monitoramento do seu datacenter.

E aí, vamos trocar uma ideia sobre como seria esse monitoramento?

Agora, sabe qual é a outra pergunta que fica na minha cabeça?

Por que, que as empresas que possuem monitoramento do datacenter estão monitorando a parte que menos importa?

Calma que vamos entender um pouco mais sobre essa questão, mas antes.

Você ouvinte do Papo Cloud Podcast já sabe, mas não custa lembrar, toda a transcrição desse programa você vai encontrar em papo.cloud/014, aproveito para informar que todo o conteúdo do nosso site está com acessibilidade para leitura em LIBRAS a Língua Brasileira de Sinais , caso você não tenha instalado o plugin acesse o site do VLIBRAS o link ficará disponível na transcrição desse áudio, aproveite e instale o plugin em seu navegador.

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Não deixe de nos enviar seu comentário, estamos no Instagram e Twitter com @papocloud, visite nosso site papo.cloud e assine nossa News, se tiver algum tema ou sugestão manda um e-mail para contato@papo.cloud.

Vamos lá!

Vou te fazer um conjunto de perguntas e você vai anotando no papel, no computador ou mentalmente.

  • Você monitora seu datacenter?
  • Qual ou quais ferramentas você utiliza?
  • O que você monitora com essas ferramentas?
  • Além do time de TI quem mais tem acesso ao monitoramento?

Se você respondeu mais ou menos assim:

  • Você monitora seu datacenter?
    • Sim, eu monitoro meu datacenter.
  • Qual ou quais ferramentas você utiliza?
    • As ferramentas que eu uso são software livre e outros de fabricante dos equipamentos do datacenter.
  • O que você monitora com essas ferramentas?
    • TUDO. Monitoro dos servidores como o disco, memória, rede, temperatura, processamento, sistemas, banco de dados tudo que tem dentro do meu datacenter.
  • Além do time de TI quem mais tem acesso ao monitoramento?
    • Só o time de TI mesmo, afinal qual seria a finalidade de quem não é de TI monitorar alguma coisa?

Agora que já sabemos mais ou menos como é feito o seu monitoramento, vou lhe fazer mais uma pergunta.

  • Quando você começou a monitorar seu datacenter você pensou em desenvolver seu monitoramento com a ótica em serviços?

Bem… fique aí pensando na sua resposta e não deixa de compartilhar conosco, estamos no Instagram e Twitter com o @papocloud.

Vou pegar como exemplo um serviço bem básico de rede que é o DHCP o Dynamic Host Configuration Protocol, serviço responsável por distribuir dinamicamente os endereços IPs na rede.

Você pode monitorar o disco, processador, memória, mas dificilmente terá algum alerta em seu painel desse servidor, pois a característica do serviço de DHCP não são influenciados diretamente nesses elementos que você está monitorando.

É claro que se houver uma grande falha nesses itens o servidor vai pro saco e junto com ele o serviço de DHCP.

Quando falo em monitorar o serviço estou dizendo que é monitorar como o serviço está se comportando.

  • A quantidade de requisições de IP versus a quantidade de requisições atendidas está dentro dos indicadores aceitáveis para a saúde de DHCP?
  • O balanceamento de carga está funcionando?
  • Em que nível está a taxa de IPs não entregues?
  • Os endereços reservados estão tendo conflitos?

Sabe quando você vai conseguir responder essas perguntas?

Só quando você começar a monitorar esses itens.

Para deixar bem claro que o DHCP é um serviço bem básico, mas se você fizer essas mesmas perguntas para seus sistemas mais críticos, como o banco de dados, serviço de website, e-mail, gestão de usuários vai descobrir que esse monitoramento básico aí que você faz está com nada.

Monitorar disco, consumo de memória e percentual de processamento já é coisa do passado.

Existem níveis mais aprofundados de monitoramento.

Aproveite que você já tem essas informações e tende elevar o seu nível de monitoramento:

  • Nível 1 monitore os elementos isolados (igual ao que você está fazendo);
  • Nível 2 foque nos serviços e sua saúde;
  • Nível 3 crie suas correlações de eventos (que nada mais é você identificar quais elementos isolados de outro serviço tem influência sobre o serviço que você está monitorando);
  • Nível 4 monitore o que é realmente importante para seus usuários;

Para esse quarto item tem uma história que se encaixa bem: Em uma bela manhã de uma segunda-feira após um feriado prolongado o sistema de chamados registra duzentos novos casos de falha na emissão de nota fiscal. O número esperado para esse tipo de chamado seria não mais de 10.

Você corre para conferir o que está acontecendo no seu sistema de monitoramento e todos os indicadores estão apresentando uma normalidade.

O que pode estar acontecendo?

A resposta para essa pergunta é a mais linda de todas as respostas que o time de TI tem na ponta da língua: DEPENNDE.

Realmente depende, mas para esse caso a fila emissão de notas fiscais estava travada impedindo o fluxo normal de emissão de notas.

Sabia que você pode monitorar alguns dos seus sistemas simulando um usuário utilizando sua aplicação?

É como você pudesse literalmente monitorar por dentro e por fora dos sistemas e serviços.

Vamos voltar a esse tema novamente em outro podcat, mas para relembrar os 4 níveis de monitoramento vou repetir:

  • Nível 1 monitore os elementos isolados (igual ao que você está fazendo);
  • Nível 2 foque nos serviços e sua saúde;
  • Nível 3 crie suas correlações de eventos (que nada mais é você identificar quais elementos isolados de outro serviço tem influência sobre o serviço que você está monitorando);
  • Nível 4 monitore o que é realmente importante para seus usuários;

Claro que esses níveis sem processos definidos e nada é a mesma coisa, não esquece dos processos.

Caso queira trocar uma ideia sobre seu monitoramento não deixa de enviar seu comentário no e-mail contato@papo.cloud ou no Instagram ou Twitter no @papocloud.

E você, que é empresário, gerente ou diretor, o que você tem feito para que seu time de TI monitore seus serviços de forma produtiva? E você, como está seu monitoramento, ele está focado no disco ou no propósito?

Só para deixar claro MEIA-BOCA caso não nunca tenha ouvido falar é uma expressão para dizer que nem está ruim e nem está bom, está na média. Igual a muitos monitoramentos.

 E ai!? Tá na nuvem?

E para o nosso último recado, se quiser participar do nosso grupo no Telegram, acesse http://bit.ly/papocloudtelegram
Veja outros podcast em http://www.papo.cloud/podcasts

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