Tá Na Nuvem 037 – SELO

Tá Na Nuvem!

Quem enviava uma correspondência antes de 1840 não pagava por seu envio, essa responsabilidade ficava a cargo de quem recebia, isso é, o destinatário que teria que pagar, mas, caso ele simplesmente recusasse a não receber a tal carta?!

Percebe que á um problema real a ser resolvido?

Quem bancaria todos os custos de transportar a carta do remetente até o destinatário?

A reforma postal foi um dos caminhos, mas a tecnologia criada para auxiliar esse processo foi o SELO postal que nada mais é que um recibo, indicando que aquela correspondência já tinha sido paga na origem da postagem.

Um carimbo em cima do SELO com a data da postagem e a cidade de origem dava era toda a tecnologia necessária para garantir o envio, e caso o destinatário não quisesse receber o tal envelope não tinha problema, já que todos os cursos estavam pagos.

Vejo algumas tecnologias sendo utilizada igualmente a antes de 1840.

As soluções estão instaladas nas empresas, mas quem instalou quer entregar para o usuário, mas os usuários não querem nem ao menos recebê-la, já que pode haver um custo para isso, e as vezes esse custo nem é financeiro.

Alguns custos estão atrelados a uma nova forma de realizar o trabalho.

Pagar por uma nova ferramenta para entregar a mesma coisa que você já entregava é a mesma coisa de enviar uma carta sem SELO.

Meu nome é Vinicius Perrott do Papo Cloud e esse é o Tá Na Nuvem, acesse papo.cloud para esse e outros conteúdos.

Fontes:

ABRAFITE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FILATELIA TEMÁTICA

http://www.abrafite.com.br/historico_correios.htm

CORREIOS
http://blog.correios.com.br/filatelia/?page_id=206

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